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você conheçe carmen

Maitê Vieira (2017-12-14)


Maria do Carmo Miranda da Cunha GOIH • OMC[1] ( Campina da Ovelha e Aliviada, Marco de Canaveses, Portugal, 9 de fevereiro de 1909 — Beverly Hills, Condado de Los Angeles, Estados Unidos, 5 de agosto de 1955), mas conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora e atriz portuguesa radicada no Brasil[2] [nota 1] Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as muito tempo de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão[4] Foi considerada pela periódico Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira, sendo um ícone e símbolo externo do país no exterior[5]


O primeiro extensa sucesso veio com a marcha- canção Ta-hí (Pra Você Gostar De Mim), de Joubert de Carvalho lançada em 1930 e que foi recorde de vendas, ultrapassando a marca de 36 milénio cópias[6] a música alcançou uma popularidade tão grande que, em menos de seis meses, Carmen Miranda já era a cantora mas famosa do Brasil. No ano seguinte, ela fez sua primeira turnê universal, já como uma artista renomada, quando foi para a Argentina com os cantores Francisco Alves, Mário Reis e com o bandolinista Luperce Miranda. Ela retornou à Argentina mas oito vezes, entre os anos de 1933 e 1938[7] Carmen Miranda tornou-se a primeira artista de rádio a assinar contrato com uma emissora, quando na idade a humanidade recebiam somente cachês[8] E seu sucesso na indústria fonográfica lhe garantiu um lugar nos primeiros filmes sonoros lançados na década de 1930.


Foi em 1939, no filme Banana da Terreno, que miranda carmen apareceu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. O músico apresentava clássicos como O que é que a baiana tem? , que lançou Dorival Caymmi no cinema[9] Quando estava em temporada no Cassino da Urca, Carmen foi contratada pelo o magnata do apresentação business Lee Shubert, para ser uma das atrações do seu novo espetáculo, The Streets of Paris, que estrearia na Broadway. Este foi o episódio que transformou a vida cujo mais tardiamente viria a ser conhecida como \"The Brazilian Bombshell\"[10]


Em 1940, ela fez sua estreia no cinema americano no filme Serenata Tropical, com Don Ameche e Betty Grable, a sátira aclamava suas vestes exóticas e seu sotaque latino, que tornou-se sua marca registrada[11] Nesse período ela foi eleita a terceira personalidade mas popular nos Estados Unidos, e foi convidada para se apresentar junto com seu conjunto, o Quadrilha da Lua, para o presidente Franklin Roosevelt na Moradia Branca[12] Carmem Miranda chegou a receber o maior provento até então pago a uma mulher nos Estados Unidos[nota 2] Sua fortuna foi estimada como algo próximo a respeito de $2 milhões de dólares pelo Los Angeles Times[14]


Fez um totalidade de catorze filmes nos EUA entre 1940 e 1953, nove deles simplesmente na 20th Century Fox. Embora aclamada como uma artista talentosa, sua popularidade diminuiu até o final da Segunda Guerra Global. O seu talento como cantora e performer, porém, muitas vezes foi ofuscado pelo caráter exótico de suas apresentações. Carmen tentou reconstruir sua identidade e fugir do enquadramento que seus produtores e a indústria tentavam lhe impor, porém sem conseguir grandes avanços. Numa idade quando Hollywood estava interessada em vender musicais de \"boa vizinhança\" para evitar que as nações da América Latina se alinhassem com o Eixo, Carmen Miranda se tornou a personificação de um exotismo sul-americano genérico que foi abraçado como um e peculiar pelo público dos EUA e recusado como inautêntico e paternalista por brasileiros[15] De fato, por todos os estereótipos que enfrentou ao longo de sua carreira, suas apresentações fizeram grandes avanços na popularização da música brasileira, concomitantemente, abrindo o caminho para o aumento da consciência de toda a cultura Latina[16]


Carmen Miranda foi a primeira artista latino-americana a ser convidada a imprimir suas mãos e pés no recinto do Grauman\'s Chinese Theatre, em 1941. Ela também se tornou a primeira sul-americana a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Nomeada. [17] A sua figura, para bastante além da música, seria uma impacto permanente na cultura brasileira, da Tropicália ao cinema[18]


Em 20 anos de carreira deixou sua voz registrada em 279 gravações tão somente no Brasil e mais 34 nos EUA, num totalidade de 313 canções. Um museu foi construído mas tardiamente no Rio de Janeiro, em sua homenagem[19] Em 1995, ela foi tema do aclamado documentário Carmen Miranda: Bananas is my Business, administrado por Helena Solberg[20] uma interseção no interceptação da Hollywood Boulevard e Orange Drive em frente ao Teatro Chinês em Hollywood foi oficialmente nomeada Carmen Miranda Square, em setembro de 1998[21] Até hoje, nenhum artista brasílio teve tanta projeção universal como ela



E-ISSN: 2241-6196