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Rinaldo Felipe dos Santos (2019-11-27)


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p>Os benefícios da atividade física já são muito bem definidos e sua contribuição para vários indicadores de saúde física e mental é consenso na comunidade científica. Existe uma área do conhecimento em que a contribuição dos exercícios físicos regulares foi menos estudada. Trata-se dos benefícios dos programas de exercício para a qualidade da vida sexual. Apesar de haver um número restrito de estudos científicos abordando a relação entre exercícios físicos e vida sexual, algumas pesquisas foram publicadas nas últimas décadas, trazendo contribuição para o entendimento desses benefícios. Um estudo publicado por Frauman em 1982 relatou que o aumento do tempo em atividades físicas diárias estava associado com maior frequência e maior desejo sexual em uma população de universitários.  </p>

<p>Adicionalmente, o exercício promove uma melhora do fluxo sanguíneo para a região genital, melhorando a qualidade da relação (Stanten &amp; Yeager, 2003). De acordo com a literatura científica, indivíduos sedentários podem diminuir significativamente o risco de disfunção erétil gastando pelo menos 200 calorias por dia em atividades físicas (Stanten&amp; Yeager, 2003). Dentre alguns artigos publicados, podemos destacar um estudo bastante interessante. </p>

<p>Realizada por pesquisadores da Universidade de Arkansas e publicada no “Journal of Human Sexuality”, a pesquisa utilizou 408 estudantes universitários como voluntários e obteve resultados bastante atraentes na <a href="https://vocealemdamedia.com.br/hot-men-caps/">libido</a>. Os indivíduos que praticavam mais atividade física relatavam maior grau de satisfação sexual e melhor conceito de autoestima. Esta melhora de autoestima se refletia em uma percepção do próprio indivíduo de ser mais “desejado” sexualmente e em uma maior confiança em seu desempenho sexual.</p>





E-ISSN: 2241-6196