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Cientistas Definem Três Tipos De Corpo Feminino Para Distinguir Metabolismo

Horácio Solano (2018-10-06)


Cientistas Definem Três Tipos De Corpo Feminino Para Distinguir Metabolismo



Um dos principais temas atuais que merece ser discutido amplamente pela sociedade é recta ao próprio corpo, isso porque implica num recta essencial de liberdade, necessário para a consolidação da soberania popular em país. De forma, a local de ensino colabora para a manutenção de uma sociedade dividida, fabricando sujeitos e produzindo, por meio da relação de desigualdade, identidades - de gênero, de classe, de raça - de acordo com as concepções que circulam nessa sociedade (Louro, 2003).



De entre alguma delas temos a Teoria da Metaplasia Celômica poposta por MEYER EM 1919 - na qual fala que epitélio celomático que na vida intra-uterina deu origem ao epitélio germinativo ovariano e ao endométrio permaneceriam no peritôneo pélvico, com potencial de se metaplasiarem em endométrio, surgindo deste modo focos de endometriose.



Se isso suceder, é provável que essas descobertas se reflitam nas políticas sociais, e que a sociedade questione cada vez mais propagandas, filmes, séries de tevê fotos de bundas e bucetas, músicas e demais veiculações quando a senhora seja representada como objeto sexual”, acredita.



Durante Império, a legislação estendeu recta ao ensino primário às mulheres, porém na prática ela continuavam excluídas.A mulher no temporada Colonial praticamente permaneceu nas mesmas condições que se encontravam no período anterior, sofrendo insuficiente evolução.

Essa naturalização perpetua e aprofunda desigualdades de gênero e, sobretudo, de nível, uma vez que, especialmente nas camadas populares, desejo de ser mãe usualmente configura-se como projeto da vida, perceptível no aumento de gravidez na mocidade, enquanto em grupos sociais mas abastados, a maternidade pode ser programada e dotada de recursos tecnológicos específicos para este termo.

São anúncios de cremes com mulheres exacerbando lascívia, seus corpos quase nus, e tais corpos apontam para mulheres fatais, que tem formas perfeitas, corpos construídos para a sedução, para a satisfação estética de que os vê. Um corpo que decididamente não retrata corpo da mulher comum”.

Quando, em meados dos anos 70, a revista feminina Cosmopolitan 4 foi lançada no Brasil sob título de Nova, 5 deve-se apreender que ela acompanhou a transformação cultural da mulher, que estava mais independente, com vida profissional, e com desejo de uma vida sexual feliz.

Diante do grave imagem, as próprias mulheres têm se organizado para pôr termo a essa quesito de delicadeza e inferioridade a que estão submetidas pela dominância da equivocada concepção masculina, natural da cultura patriarcal tão profundamente enraizada nas sociedades civilizadas.

Villa (2007) refere que esses dados mostram que, por menstruarem mas vezes, atualmente, as mulheres estão engravidando menos e isto aumenta risco de apresentarem coágulos no útero e na cavidade pélvica, caracterizando aparecimento da endometriose.



E-ISSN: 2241-6196